8 de março de 2010

observação

Eu acho, observando meu vasto conhecimento em coisa alguma, que Conceito é algo que gira entorno de uma realidade aparente ou absoluta ou absurda!
Como assim?
Aparentemente vivemos a síndrome do Comum de Muitos, como podemos definir este evento?
Simples!
Muitas pessoas acreditam fielmente que Bruxa do Mal é velha e gorda e lançam uma verdade absoluta baseada em um Senso Comum de Muitos que possuem a mesma certeza. Aí eu perco a minha própria identidade, apesar de saber que nem todas as Bruxas Gordas e Feias são más, pois estamos no "mundo" do conceito dos muito e não faz bem pensar sozinho.
E assim...
Taxamos pessoas que nem conhecemos, ou conhecemos - só porque a maioria dos votos foi contra a minha opinião (e olha que eu conheço essa pessoa desde quando ela era pequenininha, mas mesmo assim, não importa a minha certeza e sim o "eu acho da galera") - e desisto de acreditar na real situação.
E nos portamos de forma cruel e apática, deixamos critérios como: sexo, bebidas, músicas e fumaças de cigarro tomar conta do meu conceito pessoal de vida.
Esqueço tudo o que eu pretendia ser e me pego sendo algo que muitas vezes condenei.
E simplesmente esqueço que a pessoa que mais não entendo é a que menos tenta ser compreendida. Que ela quer apenas viver a vida, sem precisar decidir qual a tribo, conceito, moda, argumento vai seguir.
Apenas segue... Pra frente, pro lado, recua, pula, abaixa, grita, anda, corre... Cai... Mas não desiste da chegada ou apenas de apreciar a bela paisagem que é apresentada durante o percurso temporário de vida.
Definitivamente, conceitos, são apenas idealizações ou convicções minhas (ou suas) definidas pelo padrão intelectual, pela continua sede por livros (ou filmes, ou peças teatrais, ou...), pela definição do dicionário, pela minha ignorância ou pelo que acredito ser.
Conceitos variam de pai pra filho, de irmão pra irmã...
Algumas vezes resultam em preconceitos, outras em pré-conceitos, outras em conceitos banais.
Mas a única coisa que me importa (motivo real das linhas tortas) é informar que isso não me assusta não, sua forma de pensar não me destrata, maltrata ou desagrada. É direito seu pensar assim.
Só não peça para que eu haja de acordo com suas verdades absolutas, pois não posso.
Sou apenas isso, sou o mistério, o perigo... sou uma indecisão.
Sou um principio forte, meu ser, meu norte, sou minha imaginação...
Sou muito mais que um conceito e peço respeito, pois sou pra você uma NEGAÇÃO

1 de março de 2010

Eu, por mim mesma

17 verdades

1. Adoro ouvir música no escuro;
2. Sou completamente louca por arrumação (odeio bagunça e sujeira);
3. Sou muito estressada, tenho fortes dores nas costas por causa da tensão (não sei relaxar nem quando recebo massagem);
4. Tenho pânico quando o avião pousa (é tensa a parada);
5. Amo bebidas com teor alcoolico, especialmente drinks diferentes;
6. Sigo sempre as recomendações médicas (algumas vezes com um super bicão)
7. Já fiz Jazz!
8. Já fiz uma plástica, mas nunca quebrei nenhum osso;
9. Já fui gorda, baixinha, dentuça e sem cintura;
10. Não gosto de sonhar com as pessoas que conheço, especialmente amigos próximos;
11. Sim, sou muito mal humorada, os dias que acordo bem humorada são estranhos...
12. Adoro musicais e filmes de horror/pânico/terror beemm sangrento;
13. Tenho medo de amar ou de me tornar referência para alguém;
14. Adoro dançar especialmente músicas que permitem rebolar ou remexer o corpo sensualmente;
15. Amo aroma cítrico;
16. Sou viciada em chocolate (apenas odeio chocolate amargo);
17. sou apaixonada pelos meus pés.

2 de fevereiro de 2010

pensamento





"Tudo crê, tudo espera, tudo suporta..."





#1. ICor13
#2. Tá na hora de acreditar!

let me love


"Qualquer sentimento que me faz lembrar,
qualquer sentimento bastará.
Pra simplicidade que me faz feliz...

(...)

Todo sentimento que é pra se guardar.
Todo sentimento bom permanecerá.
Que marque esse instante, esse momento
um triz...

(...)

Completa
essa metade, esse vazio em cartaz
Carrega
só essa chance basta pra fazer valer e ser capaz
De ir embora
pra onde uma rede vale o aconchego desse amor.
Não demora.
Seu colo é a luz do sol
o amparo incendiador..."





#1. Trechos da Música: Let me Love (Duda Bueno e Victor Mansur)
#2. Viva Intensamente 2010.

20 de janeiro de 2010

cartas


A primeira carta de amor que eu fiz; não enviei.
Achei que era imatura demais, que os sentimentos estavam confusos e não conseguir enviar.
Demorei dois dias quinze horas e vinte e sete minutos para finalizá-la; usei várias canetas coloridas, adesivos, frases e no fim coloquei seu coração junto ao meu, mas não enviei.

Lamento!

A segunda carta de amor que escrevi, usei um vocabulário mais elaborado, adicionei citações de poetas renomados e arrisquei me traduzir em uma canção, te direcionei mil juras de amor; gastei poucas horas, horas intensas, com muitas emoções, ficou tão perfeita a carta, que guardei.

Que Pena!

A terceira carta de amor que escrevi, bati o recorde de páginas e palavras, demorei mais de dois dias apenas para concluir meu pensamento, minha decisão, descrevia o amor que sentia e não temia essa decisão. Sim, o amor que sentia era a minha maior e melhor inspiração.
Desta vez não precisei das cores das canetas, dos versos ou composições, sentia que o amor que emanava me libertava, me possuía e se traduzia em “refrões”, te amava de forma tão plena e absoluta que minha maior loucura foi transpor a barreira do meu coração.
Não importava tudo o que sabia, os conflitos, desconfianças e traumas, não havia mais solidão.
E, sem poupar palavras, sem roubar nenhuma situação, apenas escrevi o que sentia te traduzi em canção...
Relembrei cada momento, cada beijo roubado, cada beijo sem razão e me deixei levar pela emoção...
Não sentia mais culpa em te amar sem limitação...
Não precisei mensurar tempo, datas ou situações, tudo era tão novo e recente, pleno e transparente, tudo, tudo, alimentava meu coração...
Sim a terceira carta que escrevi, foi a minha melhor revelação.
Mas... Esta carta conquistou meu coração e por temer todas as verdades escritas não enviei não e não.

Revolta!

Hoje escrevo esta carta, já selei o envelope, já destinei meu coração.
Hoje apenas escrevo frases tortas sem começo, sem meio, sem direção.
Não quero fazer revisão, descobri em meio ao tempo que verdades não ditas...
São versos soltos em vão...
São versos que se perdem sem direção.
Apenas escrevo para que saiba: É teu meu coração!

18 de janeiro de 2010

Leitura - Marsha Mellow e Eu


"E, quando ele chegar, acho bom tomar cuidado com seu comportamento, intromete-se a Voz interior, com um tom enfurecedoramente atrevido e sóbrio. Ao primeiro sinal de mutreta, eu dou o fora daqui.
-Ah, não... enche o saco - minha boca faz mímica da frase, mal-humorada. Estou com cara de quem está pra mutretas? E por que a Voz Inerior está parecendo minha mãe?
Não estou parecendo sua mãe, não senhora. E estou falando sério, entendeu? Já fiz minhas malas, estão prontinhas. Vou embora procurar alguém que me leve a sério.
Meu Bloody Mary chega num copo fino com tudo a que tem direito, até o talo de aipo afiado..."

(Marsha Mellow e Eu - Maria Beaumont)

30 de dezembro de 2009

retrô

dois.mil.e.nove.
Poderia descrever este ano por mil formas, faces e afins.
Mas começo dizendo que foi o ano que eu descobri o que eu quero (material, profissional e claro sentimentalmente falando), o ano que me deu várias porradas na cara e que ao mesmo tempo teve a coragem de me abraçar.
Foi o ano que eu achei que tinha perdido TUDO e na verdade foi o ano da minha reconstrução.
Me reergui.
Cuidei de mim.
E comecei a descobrir duas mil e nove coisas que eu amo e simplesmente tinha me esquecido.
Cada mês teve um gosto diferente, mas desde março os dias tem um gostinho de esperança, que infelizmente não foram 100% realizadas, mas confesso que progredi muito.
Estou sem o meu Falkor, mas tenho ainda forças pra lutar e muita esperança.
Viajei muito e descobri que posso viajar mais.
Me conquistei.
Enfim.
Doizmil-inov
Terei saudade de vc!

Que venha 2010!

#1. novas conquistas
#2. novos desafios
#3. novos crimes
#4. mais amores.