29 de novembro de 2008

filme




1. Cadê a faca da isolda?
2. Eu quero ir embora...
3. ...X9 tem tudo que morrer!!!
4. Tia Valquíria... lálálá
5. não tinha vírgula alguma aqui!!!!!
6. vô mandar um papo reto...

PS: adoro filmes!

28 de novembro de 2008

o monge e o escorpião

"Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas.
O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão.
Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido a dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.
Foi então à margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.
Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada.
Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

* Mestre deve estar doendo muito!
Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso?
Que se afogasse!
Seria um a menos!
Veja como ele respondeu à sua ajuda!
Picou a mão que o salvara!
Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
"Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."


Esta parábola nos faz refletir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com que nos relacionamos.
Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode.
Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo.
Cada qual conforme sua NATUREZA!

27 de novembro de 2008

Flor da Pele

Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de não ser

Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo
Do juízo final...(2x)

Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido

Às vezes me preservo
Noutras, suicido!

Ando tão à flor da pele
Qualquer beijo de novela
Me faz chorar
Ando tão à flor da pele
Que teu olhar "flor na janela"
Me faz morrer
Ando tão à flor da pele
Meu desejo se confunde
Com a vontade de nem ser
Ando tão à flor da pele
Que a minha pele
Tem o fogo
Do juízo final...(2x)

Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicido!

Oh, sim!
Eu estou tão cansado
Mas não prá dizer
Que não acredito
Mais em você
Eu não preciso
De muito dinheiro
Graças a Deus!

Mas vou tomar
Aquele velho navio
Aquele velho navio!

Barco sem porto
Sem rumo, sem vela
Cavalo sem sela
Bicho solto
Um cão sem dono
Um menino, um bandido
Às vezes me preservo
Noutras, suicído!

24 de novembro de 2008

jogo a toalha

Jogo a toalha...
Cansei de ser forte;
Sou mortal;
Lotada de defeitos, manias e superstições...
Não sou super-heroína e nem pretendo ser.
Quero ser sim, aquela menina frágil e que todos temem falar a verdade.
É quero ser bajulada ao menos uma vez.
Cansei de ser rica...
Quero ser pobre, com muitas dívidas e prestações.
Quero contar moedas pra saber se posso ou não comprar algo na liquidação.
Quero comprar roupas de outra estação.
Sim... Realmente quero ser infeliz...
Por que cansei de tentar a felicidade.
Por que cansei desta Falsa felicidade.
Por que desisti de fazer várias amizades...
Por que cansei de verdade.
Sim!
Estou cansada da crueldade que a língua humana pode expelir...
Estou cansada de tanta babaquice, caretice e principalmente do egoísmo que assola sua criancice...
Desisto...



“Admiro os games...
Game over simboliza recomeço...
Preciso de um novo começo”


PS: Texto antigo, perdido em meus guardados!

23 de novembro de 2008

metade


Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio.

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso e a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
Mas a outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais

Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer

Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor

E a outra metade também.



#saudade...
...suspiros#

22 de novembro de 2008

vambora



Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
Prá mudar a minha vida

Vem, vambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva...

Ainda tem o seu perfume
Pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara?
Quando tem o seu cheiro

Dentro de um livro
Dentro da noite veloz...

Ainda tem o seu perfume
Pela casa

Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara?
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Na cinza das horas...

#suspiros#

19 de novembro de 2008

midas

E como se fosse o Midas.

E colocasse minhas mãos sobre o acaso e por um, quase, passe de mágica tudo ruisse.

Que fenticeiro pairou sobre minhas mãos e fez um encanto tão macabro?
Será que tenho algo a aprender com isso?
Superar?
Crescer?
Não gosto da incerteza de um tudo, nem da vaga certeza do nada...
Temo muitas vezes não crer nas coisas alheias que pelo simples acaso se converte em coisas vãs... e não sara minha loucura!
E, sem que possa me conter, finjo.
Finjo ser Ateu, Plebeu, Cristão, Pagão, Proteu, Nem eu...
Penso em cortar as mãos, os pulsos, os neurônios, cabelos, ou meu vasto pensamento.

Será que ao desejar ser Midas, conquiste o medo?
Ou os seus defeitos?

Se tiver ele, defeitos fatais, poderei ser condenada?

Temo, que, ao ser o novo Midas, suscitar em mim o poder de tirar ou desordenar, criar ou destruir, criticar e não aguentar.

Temo mais ainda me ferir...
...mas a curiosidade doentia me faz vencer o medo, por um meio período estratégico de um dia parcial e nublado, e me leva a conquistar o poder de pela 1ª vez...
E assim, sendo Eu o Midas, posso mudar...